sábado, 15 de setembro de 2012

























Apresentação
Todos os textos sobre arte são uma mediação. Mas o que dizer do suporte? Há diferença em publicar em jornal, revista, livro e no espaço virtual? Ou tudo estará numa mesma mediação entre fatores tão diversos como o da distância que vai das imagens às palavras, do público especializado ao mais disperso e espontâneo, do autor inventor ao autor crítico e por aí afora. Com tudo o que sabemos sobre a impossibilidade da critica e da representação/símbolos/imagens/ícones contemporâneos. Com tudo o que sabemos sobre a impossibilidade das palavras e simultaneamente sobre a impossibilidade de sermos e existirmos sem elas. Aí o funcionamento do real assume primazia sobre o real.  Como ecoa a canção do U2: Even better than the real thing.

Temário
·         A mensagem: é pra você que escrevo, hipócrita (Mallarmé, Baudelaire, Walt Whitman) - o problema da diferença e transparência no lance de dados virtual;
·         O emissor: sofrer no mundo virtual pega bem? Os blogs confessionais, diários e outros dramas metafísicos;
·         O receptor: o público, o êxito, o sucesso – também no mundo virtual as abelhas só se agrupam perto de sua própria rainha?
·         O código: a estética do belo e do sublime na imensa Máquina abstrata – o real, o individual, o simulacro, a imitação, o rizoma coletivo. 
                     
                          Realização:

            

2 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Oi Ney,boa tarde!!

    Gostaria te te pedir, se não for nenhum incomodo mesmo, de que mandasses para o e-mail do meu blog ( quimeraspoesias@hotmail.com) aquela lista de links que apresentastes na tua oficina de blogs literários. Ficarei muito agradecido!

    Abração!

    Oliver

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